Inês Monteiro transforma a experiência da paralisia do sono num limbo perturbador entre o pesadelo e a vigília, onde o quotidiano se torna ameaçador. Com uma encenação contida e detalhes visuais carregados de significado, a curta constrói tensão a partir da imobilidade e da vulnerabilidade absoluta. Um exercício sensorial curto e eficaz, que captura o terror íntimo de não conseguir fugir... nem acordar.