Erik Bloomquist continua a afirmar-se no cinema de terror independente com este filme, que cruza trauma familiar, humor negro e violência inesperada. “Auto-Ajuda” começa como uma sátira contemporânea, mas evolui para algo bem mais sombrio, repleto de reviravoltas e tensão crescente. Num equilíbrio entre drama emocional e energia de série B, Bloomquist mistura excentricidade e sinceridade, criando uma pequena pérola digna da época de Halloween.