"Julie, a Filha da Morte" é um melodrama doentio envolto numa estética outonal e decadente. Isabelle Mejias encarna uma jovem obcecada pelo pai numa espiral de manipulação, erotismo e violência latente. Entre humor negro e perversão psicológica, Paul Nicholas constrói um retrato desconfortável de desejo e destruição. Um objeto estranho da "canuxploitation", tão perturbador quanto fascinante.