Um exercício exemplar de tensão psicológica, "O Convite" transforma um jantar entre amigos numa experiência profundamente desconfortável. Karyn Kusama constrói o terror com base em olhares, silêncios e suspeitas crescentes, explorando o luto e a manipulação emocional. Nada é explícito, tudo é insinuado até ao momento explosivo em que já não há fuga possível. O resultado é um filme elegante, perturbador e cruelmente eficaz.