Uma sátira afiada à cultura digital e ao culto da visibilidade, "Segue-a" transforma as redes sociais, a fama instantânea e a exploração online num jogo cada vez mais perigoso. Sylvia Caminer conduz a narrativa com humor negro e sucessivas reviravoltas, desmontando a persona fabricada da internet moderna. Mais thriller psicológico do que terror puro, "Segue-a" é um filme provocador e atual sobre os limites da exposição pública.