Ao tentar seguir os passos do clássico de John Landis, "Um Lobisomem Americano em Paris" mistura terror e comédia, mas com resultados mais caóticos que icónicos. Anthony Waller atualiza o conceito para os anos 90, com lobisomens digitais, uma viagem romântica pela Europa e humor adolescente. O charme irreverente ainda resiste em algumas sequências, mas o CGI datado e o enredo reciclado prejudicam o potencial. Ainda assim, há uma certa nostalgia neste cocktail de terror juvenil, eurotrash e sangue digital. Um produto do seu tempo - desajeitado, mas curioso.