"Mandy" é um delírio audiovisual de vingança e luto. Nicolas Cage, em modo furioso e introspetivo, enfrenta uma seita demoníaca num cenário de pesadelo lisérgico. Cosmatos pinta o ecrã com cores saturadas, sangue e dor, ao som da hipnótica banda sonora de Jóhann Jóhannsson. É cinema de culto puro: estranho, violento e melancólico. Mais do que contar uma história, "Mandy" evoca um estado de espírito, um sonho febril de vingança.