Um dos falsos documentários mais provocadores alguma vez realizados, “Manual de Instrucções para Crimes Banais” acompanha uma equipa de filmagens que segue o quotidiano de um assassino em série até deixar de ser apenas observadora. O humor negro, a violência e a crítica aos media tornam-se progressivamente inseparáveis, obrigando o espectador a questionar o seu próprio fascínio pelo espetáculo da morte. Chocante, mordaz e desconfortavelmente atual, continua a ser uma das sátiras mais impiedosas alguma vez feitas sobre voyeurismo e violência.