Esqueça os sinos e os flocos de neve: "Noite Feliz, Noite Fatal" transforma o Natal num campo de extermínio gelado. Um assassino em série foge da prisão e regressa ao seu ritual anual de vingança. O cenário - uma vila coberta de neve na Noruega - fornece o cenário ideal para esta versão retorcida do espírito natalício. Reinert Kiil aposta numa estrutura clássica de slasher, em que jovens são eliminados um a um por um assassino silencioso vestido de Pai Natal. A atmosfera gélida e o ritmo contido criam uma sensação constante de inquietação. Apesar de não reinventar o género, há um prazer quase perverso em ver símbolos festivos subvertidos por um banho de sangue. Não é um milagre de Natal - é um lembrete cruel de que nem todos os sinos tocam por boas razões. Um guilty pleasure escandinavo com espírito... homicida.