Uma expedição à selva para estudar uma mutação genética liberta algo muito mais antigo - e letal - do que se esperava. "Primal" mistura bioterror, gore e evolução invertida num espetáculo visceral e brutal. Josh Reed conduz a narrativa como um ataque constante ao corpo e à sanidade, com mutações grotescas e efeitos práticos repugnantes. Há ecos de "Veio do Outro Mundo" e "A Descida", mas com uma identidade própria e um ritmo mais insano. "Primal" é sujo, animalesco e delirante - um festival de metamorfoses corporais para os fãs de horror físico e criaturas violentas.